Células-tronco embrionárias são aquelas encontradas no embrião com até 4 a 5 dias de idade e têm a capacidade de formar todos os tipos celulares de um organismo adulto. Este “super poder” permite que possam substituir células lesadas ou destruídas e participar na regeneração de tecidos danificados. Além disso, em muitos tecidos, servem como um sistema de reparação interno, dividindo-se sem limites para substituir outras células enquanto a pessoa ou o animal vivem. Esta exploração abre perspectivas promissoras para a medicina regenerativa e para a compreensão fundamental da biologia celular. Sess�es de an�lise do conhecimento publicado na �rea da biologia das c�lulas estaminais (fundamental e de aplica��o cl�nica) ser�o concretizadas pelos estudantes, em forma oral (grupo) e escrita (ensaio individual, 1-2 p�ginas A4).

Classificação Potencial

O papel que as c�lulas estaminais podem ter na repara��o/ regenera��o de tecidos tamb�m ser� analisado e discutido criticamente usando dados provenientes de estudos de base, pr�-cl�nicos e cl�nicos. O conhecimento vai ser contextualizado em rela��o ao papel que as c�lulas estaminais t�m no desenvolvimento normal e na manuten��o da homeostasia em compara��o com a resposta �s condi��es de “stress” / les�o (patologia). Esta unidade curricular visa proporcionar aos alunos uma vis�o aprofundada sobre a biologia das c�lulas estaminais / progenitoras em �rg�os/sistemas distintos na ontogenia dos organismos.

Estas células estaminais servem para restaurar tecidos ou órgãos ao longo da vida. Em 2011, no Zoológico de Brasília (Brasil), uma fêmea de lobo-guará, vítima de atropelamento, recebeu tratamento com células-tronco. O fato de uma única célula-tronco ser capaz de formar quase qualquer tipo de célula abre espaço para o uso dessas células como forma de experimentação para curar doenças ou regenerar tecidos danificados, como ocorre no ramo da ciência chamado engenharia de tecidos. Uma característica fundamental das células-tronco embrionárias é que elas podem ser mantidas (no corpo ou numa placa de cultivo) indefinidamente.

"A utilização de sangue de cordão tem limitações que se prendem essencialmente com o número de células na amostra, sendo restrita, basicamente, à população infantil", refere Marika Bini Antunes As células estaminais adultas residem em vários tecidos e estão envolvidas na regeneração desses tecidos específicos. Para além do desenvolvimento embrionário, as células estaminais continuam a atuar como um sistema de manutenção interno. As células estaminais são células indiferenciadas, o que significa que ainda não estão especializadas para uma função específica no corpo. As células estaminais são intervenientes fundamentais no desenvolvimento, crescimento e regeneração dos organismos vivos. Apesar da revisita��o de v�rios prot�tipos de organismos – modelo em biologia do desenvolvimento, a discuss�o ir� centrar-se em biologia humana e em sistemas experimentais de roedores.

  • Sess�es de an�lise do conhecimento publicado na �rea da biologia das c�lulas estaminais (fundamental e de aplica��o cl�nica) ser�o concretizadas pelos estudantes, em forma oral (grupo) e escrita (ensaio individual, 1-2 p�ginas A4).
  • Além disso, em muitos tecidos, servem como um sistema de reparação interno, dividindo-se sem limites para substituir outras células enquanto a pessoa ou o animal vivem.
  • Residem em vários tecidos, onde esperam receber sinais ambientais para se diferenciarem em células especializadas, como as células cardíacas, nervosas, sanguíneas e ósseas, entre muitas outras.
  • Algumas células-tronco adultas são capazes de se diferenciar em mais de um tipo celular, como as células-tronco mesenquimais e as células-tronco hematopoiéticas, enquanto outras são consideradas precursoras diretas das células do tecido em que são encontradas, como as células-tronco da pele ou as células-tronco gonadais.
  • Apresenta��o dos temas principais em estudo (programa) a realizar pelo docente.

Que doenças trata?

Uma célula estaminal tem uma extensa capacidade de proliferação, criando mais células estaminais (utilizada para manutenção de um devido organismo, pois garante uma autorrenovação constante, como, por exemplo, as células sanguíneas) e criando descendentes celulares diferentes. Algumas células-tronco adultas são capazes de se diferenciar em mais de um tipo celular, como as células-tronco criopreservação mesenquimais e as células-tronco hematopoiéticas, enquanto outras são consideradas precursoras diretas das células do tecido em que são encontradas, como as células-tronco da pele ou as células-tronco gonadais. As células-tronco ou células estaminais são células que permanecem indiferenciadas, ou seja, ainda não passaram pelo processo de diferenciação celular. O primeiro transplante de sangue do cordão umbilical realizou-se há 30 anos, com o objetivo de  tratar uma criança com Anemia de Fanconi. Atualmente, são cerca de 80 as doenças que podem ser tratadas com recurso a este tipo de células.

CONTACTOS

Esta hierarquia de diferenciação é o que permite a construção harmoniosa de um organismo complexo a partir de uma única célula. Os estudantes s�o envolvidos no processo ensino/aprendizagem atrav�s da leitura, decomposi��o e discuss�o continuada de textos cient�ficos espec�ficos a cada um dos t�picos program�ticos. Apresenta��o dos temas principais em estudo (programa) a realizar pelo docente. Ao navegar no site estar� a consentir a sua utiliza��o.Compreendo e aceito.Pol�tica de privacidade Por isso, vai encontrar dicas sobre parentalidade, dificuldades de aprendizagem, necessidades educativas especiais, atividades e jogos educativos, finanças pessoais e organização da vida familiar, entre outras informações!

Entre as doenças hemato-oncológicas suscetíveis de tratamento, Marika Bini, destaca as síndromes de insuficiência medular, síndromes mielodisplásicos, alguns tipos de leucemias, alguns distúbios hereditários do metabolismo e patologias hematológicas benignas e “alguns casos selecionados de linfomas”, acrescentando que “uma parte significativa destas doenças é tratada em primeira linha e com sucesso com recurso a quimioterapia e imunoterapia”. Têm o potencial de se diferenciar em muitos tipos diferentes de células do corpo durante o início da vida e do crescimento. As células estaminais embrionárias são as células mais primitivas e têm o potencial de se diferenciar em qualquer tipo de célula.

Residem em vários tecidos, onde esperam receber sinais ambientais para se diferenciarem em células especializadas, como as células cardíacas, nervosas, sanguíneas e ósseas, entre muitas outras. Tendo em conta que as células estaminais são retiradas do cordão umbilical, os pais devem procurar um laboratório especializado que realize a coleta, o armazenamento correto e se responsabilize pelo uso do material colhido. É recomendado usar apenas uma vez as células estaminais que tenham sido colhidas para evitar recaídas ou que o tratamento através da transfusão de sangue não tenha o efeito esperado. As células estaminais são as ‘células mãe’ porque tem a capacidade de gerar outras células que podem originar órgãos e tecidos de todo o corpo. O principal objetivo das pesquisas com células estaminais é usá-las para recuperar tecidos danificados por essas doenças e traumas.

“Há muitos anos que são realizados transplantes hematopoiéticos alogénicos em doenças hemato-oncológicas, em Portugal, com sucesso”, refere a especialista adiantando que, embora a fonte priveligiada de células estaminais seja a medula óssea ou o sangue periférico “após mobilização”, a transplantação com sangue do cordão umbilical “está bem estabelecida e encontra-se rotinada na prática clínica”. Apesar terem diversas origens, as células estaminais que têm tido maior relevância quanto ao seu potencial terapêutico são as células estaminais da medula óssea, do sangue periférico e do sangue do cordão umbilical. Desde então, o sangue do cordão umbilical tem sido usado, em todo o mundo, como  alternativa à medula óssea no tratamento de um vasto leque de doenças do foro hemato-oncológico.

Célula estaminal

Este não é um processo fácil de se conseguir, pois é bastante dispendioso não estando acessível a maior parte da população mundial. Este é um tratamento revolucionário e acredita-se que poderá salvar muitas vidas já num futuro próximo. Podemos definir célula estaminal como uma célula que, quando se divide, produz uma célula que retém esse caráter indiferenciado e uma segunda célula que pode sofrer diferenciação.